Após muito tempo sem falar sobre música, escolhi esse músico ímpar para conversarmos um pouco!!!

Fã de rock inglês e do blues moderno Joe Bonamassa começou a tocar guitarra aos quatro anos de idade, e aos oito já era elogiado por B.B. King.
Lançou um disco com a banda Bloodline (“Bloodline”, 1994), da qual fizeram parte Erin Davis (filho de Miles Davis), Waylon Krieger (filho de Robby Krieger) e Berry Oakley Jr, e que debandou logo depois.
O primeiro disco-solo (A New Day Yesterday), lançado em 2000, é um testemunho de amor ao rock dos anos 60 e 70. Joe começa com o blues-rock Cradle Rock, um clássico do guitarrista irlandês Rory Gallagher e Walk in My Shadows dos britânicos do Free. A faixa título é uma porrada tirada do segundo álbum do Jethro Tull (Stand Up, 1969).
Em 2010, montou o supergrupo Black Country Communion juntamente com Glenn Hughes, no baixo e vocais, o baterista Jason Bonham, filho do lendário John Bonham e, finalmente, Derek Sherinian (ex-Dream Theater) nos teclados. O supergrupo, no entanto, encerrou as atividades após algumas diferenças criativas e pessoais entre Joe Bonamassa e Glenn Hughes. Em março de 2013, Bonamassa declarou que estava feliz por não estar mais envolvido com o Black Country Communion, e poucos dias depois, Glenn Hughes declarou o fim da banda.
Bonamassa tem um voz forte, apesar de não ser um exímio cantor, seu forte certamente é a guitarra campo onde ele domina e compreende totalmente do assunto, leva a guitarra blues a um outro nível, tem suas raízes no clássico, mas de certa forma se esforça para criar seu próprio estilo que flerta entre blues e rock, com muita dinâmica, os timbres de guitarra são excelentes, é um fã de guitarras Les Paul.
