Quem é “Garagem sem Teto”?

É uma banda de rock alternativo de Itanhaém/SP formada em 2014, com trabalho autoral em andamento com data próxima para lançamento.

Enquanto muitos dormem, outros vagam nas ruas Esperando que a lua se transforme no sol ☀ …

Formada por quem?

Lucas Zoba (vocalista e guitarrista)

Fernando Andrade (guitarrista)

Renan Henrique (baixista)

Rafael Antunes (baterista)

Quais são suas referências e influências sonoras?

Cada membro contribui com sua parcela sonora, sendo que cada um tem sua preferência peculiar, é possível sentir o gosto de Soul, Rock, Mpb até mesmo um pouco de Metal em algumas músicas. Particularmente citaria nomes com Tom Jobim, Djavan, Red Hot Chili Peppers, Faith no More, Rage Againt the Machine, dentre outros.

Qual o objetivo da banda junto ao Planeta Terra?

A banda tem como missão distribuir a semente da reflexão com temas do cotidiano, com base em vivências pessoais e/ou observadas na massa.

Bichos Irracionais(1º EP – 2017) se paramenta em questionamentos, contra o que não parece correto, com o foco no acordar para a realidade.

Despertar(2º EP – 2019) em processo de produção, quase finalizado, tem como alvo abordar temas mais espiritualistas com os aprendizados e lições absorvidas. “O que fazemos das nossas vidas/experiências e qual ponto isso reflete na vida do próximo. Deste EP já foram lançadas as faixas “Refúgio” e “Bastião” e logo menos ele

Quem é “El Efecto”???

Com 16 anos de trajetória independente, um verdadeiro caldeirão de ritmos, talvez uma das bandas mais criativas que já ouvi, uma pesquisa musical com forte engajamento político. Formada em 2002, na cidade do Rio da Janeiro, El Efecto tem o ecletismo como marca do seu som. As composições são mergulhos nas mais distintas tradições e gêneros musicais, revisitados a partir de uma perspectiva contemporânea.

Sabe aquele cafezinho “cheiroso” e “saboroso”??? Tem noção quanto ele custou para alguém??? Vamos analisar por um ângulo nunca visto antes, prestemos atenção a essa letra, pois é magnífica! Essa música é uma viagem no tempo dos famosos cafezais ainda na glória da escravidão, quantas lágrimas derramadas no campo, as marcas das veias abertas. Ela vai do Rock ao samba, do reggae a música latina. Brasil líder em exportação de café para os países emergentes, qual o preço, qual o valor???

De maneira geral, a estética da banda é a do rock. Mas a utilização de instrumentos como cavaquinho, violão, viola caipira, trompete, clarinete, flautas e percussões sintetiza a tentativa de fugir dos rótulos e caminhos pré-determinados. O resultado disso é uma unidade onde se conjugam o lirismo e a contundência, uma mescla de climas onde se destaca a forte presença da música brasileira e “latino-americana”.

Nada contra a religião alguma, cada um com suas escolhas e dogmas, essa canção destaca o Fanatismo e a Cegueira de alguns.

As letras propõem interpretações críticas das atitudes individuais e coletivas, movimentando-se entre a angústia e a esperança, o pessimismo da razão e o otimismo da luta. Não se trata de pensar a arte como um escape para as frustrações de uma vida resignada, mas sim de tomá-la como um estímulo, um ponto de partida para questionamentos! E por que não? Transformações concretas!!!!

Formação:
. Aline Gonçalves (flauta e clarinete)
. Bruno Danton (voz, violão e viola)
. Cristine Ariel (guitarra, cavaquinho e voz)
. Eduardo Baker / Pedro Lima (baixo)
. Gustavo Loureiro (bateria)
. Tomás Rosati (voz, cavaquinho e percussão)
. Tomás Tróia (guitarra e voz)

Quanto a formação da banda tenho uma observação, todos são excelentes músicos, tiro meu chapéu pois são criativos a nível que poucos chegam, a maioria multi-instrumentistas, isso eleva a gama de variações para a banda.

“No meio do caminho, uma pedra apareceu..,
No meu do caminho uma pedra pareceu…
No meio do caminho, uma pedra…
No meio do caminho uma pedra..
No meio do caminho uma pedra, pareceu ser o caminho”
Trabalhooooo!! No final somos todos parte de uma manada, cega e que luta para lutar, para ter o mínimo, brigando por seu lugar na fila da humilhação. Essa faixa faz parte do último trabalho da banda em estúdio chamado “Memórias do Fogo”

Meus amigos, quero finalizar essa leitura, elogiando essa banda sensacional, que para qualquer bom ouvinte é um prato cheio de sabores e texturas, tem para todos os gostos, de heavy a reggae, de samba a jazz e pop, sem falar das letras uma viagem na compreensão de texto. Quero encerrar a música deles que conta um história “verídica”, mas que teria tudo para ter acontecido lá no tempo de um ser chamado “Virgulino Lampião”

A lenda narra a épica saga de “Eike Batista” que decidi comprar toda a região das terras do rio São Francisco(Nordeste) e ao chegar para tomar posse de sua compra, quem ele encontra…. Ninguém menos do que “Lampião” e sua premiada equipe, que por sua vez fazem jus a sua fama e colocam Eike e seus empregados para fora, mas não antes do malicioso empresário tentar convencer Virgulino de ler o contrato, alegando que o próprio governo fez leilão. O mesmo ainda tenta ludibriar o astuto comandante oferecendo emprego a ele e seus companheiros do cerrado.

E assim berrou Virgulino: “Tu pode comprar Sum Paulo e o Rio di Janero, foto em capa de revista por causa do seu dinheiro, ter obra no mundo inteiro, petróleo e mineração… Mas aqui nesse pedaço quem manda é o Rei do Cangaço, VIRGULINO LAMPIÃO

“E os homi tudo de gravata desandaram a fugir, subiram no urubu de lata e arredaram o pé dali e até o VELHO CHICO cantou pra todo mundo ouvir: Eike, Eike, Eike, Eike RESISTI!!!

Duas coisas bem distintas, uma é o PREÇO outra é o VALOR, quem não entende a diferença pouco saberá do Amor, da Vida, da Dor, da Glória e tão pouco dessa estória, memória de cantador.

Todo o trabalho da banda se encontra disponível para download na internet.

“Djavan, um Gigante brasileiro”

É com muita satisfação e alegro meu coração, que vos falo “Dele”, o “Mestre”, nascido em Maceió e filho de Dona Virgínia Viana (Uma lavadeira) Djavan Caetano Viana ou simplesmente Djavan. Desde criança foi influenciado por boa música quando sua mãe cantarolava de Nelson Gonçalves a Ângela Maria, na adolescência foi jogador de futebol do CSA (time de Maceió).

Mudou-se para o Rio dividindo seu tempo entre ser jogador de futebol e ser músico. O primeiro disco de Djavan surgiu em 1976 intitulado “A voz, O Violão, A Música de Djavan” e foi um sucesso de vendas e no ano de 1978 lança seu segundo álbum intitulado “Djavan”. Ao longo da carreira o cantor lançou cerca de 30 discotecas e dois Dvd’s, o cantor emplacou sucessos que estão no cancioneiro popular e o consagraram. Entre as grandes canções compostas e gravadas por Djavan se destacam “Flor de Lis”, “Fato Consumado”, “Cara de Índio”, “Seduzir”, “Linha do Equador”, “Oceano”, “Um dia Frio”, “Meu Bem Querer “, “Correnteza” entre muitas outras.

Há quem diga que é um mago, que manipula sua alquimia através desse dom mágico que é a música. Djavan faz questão colocar os melhores ingredientes em suas canções!

Uma grande atuação musical de Djavan em novelas foi algo surpreendente e se destacou por ter suas músicas nas principais novelas globais. São mais de 40 músicas como trilha sonora de novelas. Foi lançada uma coletânea com seus sucessos em telenovelas e se destacam como músicas “Correnteza”, “Linha do Equador”, “Nem Um Dia”, “Alegra Menina”, “Oceano”, “Outono” entre muitos outros.

Que dupla hein, fineza de Djavan e toda força de Cássia, o resultado é impressionante nessa obra prima.

Características Sonoras e Influências Externas:

Djavan é um músico de estilo marcante, famoso por usar arranjos complexos e refinados, que beijam o jazz, samba, salsa dentre outros muitos estilos. Uma particularidade é que além dos acordes pouco usados em ritmos populares ele tem um jeito peculiar de dividir o tempo das músicas, se prestarmos atenção notaremos em muitas músicas que a voz dele dança não necessariamente no tempo exato da música. Não é um exímio cantor, mas ao que se propõe é ótimo, mas deixo um destaque para as letras inteligentíssimas, com muitas metáforas e sentidos escondidos uma verdadeira aula de interpretação de texto. Toda uma leva de músicos de estilo variados usam Djavan como referência, inclusive Eu que me delicio com os acordes e letras.

Exemplo explícito do casamento da sua música brasileira com ritmos latinos, essa canção ele explora cada músico desse time fenomenal, deleitem-se com essa festa.

Versúvio, álbum lançado em 2018 com suas “cores” e “climas”, utilizando elementos em construções metafóricas de maneira distinta dos demais compositores. As músicas são amplas, confortáveis chegando ao requinte de um luxo acessível a todos. Não deixemos de falar do time que acompanha Djavan, todos músicos de nível altíssimo com destaque para Paulo Calazans no piano e teclado, sem dúvida responsável por grande parte das ondas sonoras, Torcuato Mariano na guitarra e violão, esse está entre os melhores guitarristas do país.

Bom vamos agora degustar esse fino cardápio, para essa postagem trago um material especial, pois quero falar de algumas faixas selecionadas a dedo, vem comigo então!!!

Com esse violão cigano hipnotizante, apesar de iniciar simples têm seu momento jazz no refrão, sempre metafórico falando sobre a separação. Vesúvio é o nome de um vulcão, outra analogia, sendo comparado a nós que escondemos muitas palavras e segredos quando a explosão ocorre é devastadora.
 
É uma canção dessas que se precisa muito nos dias de hoje, calma e pacífica, fala sobre a frieza do mundo, que anda na direção oposta, flerta ainda com a mensagem de ser do bem, para onde o dinheiro leva não há esperança, mas em seu auge diz “por isso é a hora de fazer agora” ele é sábio em suas palavras, nunca se precisou tanto de agentes do bem.
“Azul vem dos lados de anil”, uma pegada gostosa funkeada, como uma mulher sexy que dança sem pressa e seduz sem qualquer intenção, assim como o céu é azul sem querer ser, analogia de um ser que coleciona relacionamentos e daqueles quem caem em sua teia e quem nunca caiu ainda irá cair. “O mal de quem ama é a Fé”
Essa já é uma levada rock e pop, um lembrete de que devemos estar atentos, viver mais e reclamar menos, sentir mais, sorrir mais, plantar e reflorestar mas não somente o solo se é que me entendem, uma vida bem vivida.
Mais um puta Jazz e relacionamento come solto, Dja é namorador pra caramba, grande parte das músicas estão ligadas a início, meio e fim de relacionamentos, talvez porque o ser humano normalmente está em busca dessa ligação seja ela física ou não.
Aquele funk calmo, pitadas jazzísticas e as certas incertezas da paixão, quase amor fala do início de algo sem futuro, que já se foi, no meio um solo com marimba mesclando o jazz funk com ritmos caribenhos.
Essa música é quando Djavan assumi sua fixação pela música latina, com participação do músico “Jorge Drexler” um tango gostoso aos ouvidos mais refinados com sua letra dividida em duas vozes, cantada em espanhol, é uma das canções mais bonitas do álbum. O engraçado que nesse Making Of, Jorge assumi ser não só fã de Djavan como de outros grandes nomes, fala sobre a influência da música brasileira em seu trabalho, palavras ditas por ele mesmo: “conheço todos os albúns de Djavan”,

Infelizmente acabamos nosso trabalho por hoje, (risos), mas deixo uma lista de músicos que beberam da fonte, que foram influenciados por Djavan durante os anos.

Jorge Vercillo, Dani Black, Marcelo Camelo, Paulinho Moska, Zeca Baleiro, Ed Motta, Ana Carolina, Vanessa da Mata, dentre outros, óbvio todos nomes de peso!!!

Quem é Philip Sayce?

Pois é, se você é aquele que diz: não há artistas novos na música e a mídia está repetida e cansada… Bom, pra mim um artista que eu não conheço é um novo artista, bora de som!!!

Daqueles Slow Blues que faz a gente gozar, sim… Sayce têm exímio domínio sobre a dinâmica na guitarra, peculiaridade típica dos blue’s mans trazida de uma época em que tocar é fundamental e todo o resto se torna irrelevante.

Quem é esse desgraçado?

Guitarrista e cantor nascido no país de Gales e criado em Toronto(Canadá) 43 anos, Sayce bebeu da fonte: Hendrix, Clapton, Neil Young e Vaughan, Gilmour. Seguindo nosso raciocínio acima Philip Sayce têm uma pegada fenomenal na guitarra, riffs matadores para deixar muito burro velho de queixo caído. Timbres em particular muito orgânicos e naturais, dignos para qualquer blueseiro de respeito se arrepiar.

EMICIDA! Falo querendo entender, canto pra espalhar o saber!!!!

Leandro Roque de Oliveira, vulgo Emicida é um rapper e produtor musical brasileiro, considerado uma das maiores revelações do hip hop do Brasil nos últimos anos.  Toda força e inspiração que vem de quem já passou fome, de quem ficou sem dormir, que ainda é alvo de preconceito, Emicida é um soldado com sua metralhadora, sem piedade, palavras como socos no estômago, não brinca em serviço e sabe por que .

O álbum “O Glorioso Retorno de quem Nunca Esteve Aqui” na minha visão é uma obra prima, uma soma de letras pesadas, com instrumentação muito bem arranjada, onde cada faixa flerta com um estilo musical diferente, isso mesmo não têm somente a ver com rimar, não isso é pouco, Emicida deixa sua mensagem a quem tiver coragem para ouvir, mas com muita música boa para apreciar!

Logo no começo do álbum, uma pedrada como essa, “Levanta e Anda”, o hino pra quem já precisou de inspiração para seguir suas lutas pessoais, nessa letra mescla um pouco da sua história, que não é só dele mas da maioria dos brasileiros que estão em busca de seu lugar no mundo! O ódio é forte em suas idéias, mas com o propósito de que ainda há muito para crescer, enxergar e se valorizar, há esperança ainda, há esperança ainda.

Na faixa Crisântemo, Leandro narra a história sua relação com o pai, talvez uma das músicas mais tristes nesse set list, o velho conto do pai ausente, que se vai muito antes da hora, fazendo um menino virar um homem, fazendo uma mãe virar pai! O violão de 7 cordas chora com pesar nessa canção!
“Perder o pai já é um tragédia, perde-lo na infância é sentir saudade não do que viveu, mas do que poderia ter vivido”
“E quando um anjo desses fala a nós, sentimos todo o poder divino, sentimos a esperança gritar em nossos corações”
Giz de Cera, é uma canção mais calma e bonita, fala da relação de pai e fila, só quem tem um uma entende completamente essa letra.
Com a participação mais que especial da cantora Pitty, nessa faixa Emicida metralha os tesouros lucrados com a fama, uma das músicas mais emblemáticas do albúm.
É o que eu digo e faço, não suponho, sou milionário do sonho
É o que eu digo e faço, não suponho, sou milionário do sonho
É difícil para um menino brasileiro, sem consideração da sociedade
Crescer um homem inteiro, muito mais do que metade
Fico olhando as ruas, as vielas que ligam meu futuro ao meu passado
E vejo bem como driblei o errado, até fazer taxista crer
Que posso ser mais digno do que um bandido branco e becado
Falo querendo entender, canto para espalhar o saber e fazer você perceber
Que há…

Com essa faixa deixo você crer que ainda há esperança para a música, ou melhor ainda há esperança no mundo, existem pessoas trabalhando para que todos tenham acesso a informação sobre as verdades do mundo, é mais do que necessário acordar e fazer parte desse grande exército do bem no planeta Terra, deixo abaixo a faixa mais recente do Rapper Emicida, fiquem em paz!!!

Natiruts – A força do Reggae

Saudações irmãos!!!

Nesse primeiro trabalho quero falar sobre a banda Natiruts, que me aproximou desse ritmo mágico que é o Reggae, difundido em sua maior parte pelo mestre “Bob Marley”…

Natiruts tem sua sonoridade dividida nos temas românticos, críticos, pensativos, sempre aborda sobre política, claro que indiretamente, fala muito sobre o amor e as coisas boas da vida, nesse mais recente trabalho mais uma vez é falado sobre os “SERES DO BEM” entenda como quiser, mas eu vejo essa referência como seres de outros planetas e dimensões que a própria banda cita os mesmos estão aqui para ajudar.



A faixa “Mergulhei nos seus Olhos” é uma viagem, arrastada e cativante, com ritmo marcante, o contra-baixo pulsante ao lado do bumbo, já essa “Steel Guitar” de fundo nos teletransporta para uma praia paradisíaca, vamos ser sinceros é muito gostoso ouvir esse som.

É impressionante a notória evolução da banda, com um time de peso eles conseguem extrair o máximo, gerando uma sonoridade absurdamente gostosa de se ouvir, com muita dinâmica e nuance eles proporcionam uma experiência mágica a cada canção. Para quem ainda não teve a oportunidade vale a pena, conhecer os dois últimos albúns entitulados “Indigo Cristal” e “I Love”, deixo mais uma mais uma linda canção para viajarmos juntos!

Gostaria de mencionar meus amigos Meco, Badá, Juninho, Leandro e Samuel, que me proporcionaram ótimos momentos em palco experimentando essa vibe que é o Reggae, fiquem com Deus e até a próxima.

SantoCaffè Ltda.
Contato: 13 988844880 – carlosoliveira7467@gmail.com

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Sejam bem vindos!

Esse espaço é um cantinho especial para compartilhar conhecimento sobre música e afins!

Sobre o autor: Sou Carlos Eduardo Souza de Oliveira, nascido em 1987 no litoral de São Paulo, apesar de atuar como profissional no ramo de Logística e Comex desde sempre, a longa data mantenho um secreto romance com a música, que por sinal caí nesse meio ao acaso, ou não, quem sabe?

Através desse espaço busco trocar conhecimento sobre os assuntos música, instrumentos, artistas e outros assunstos co-relacionados!

Boa sorte a nós!!!

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— Oscar Wilde.

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